Durante muito tempo, acreditou-se que existiam pessoas exclusivamente “visuais”, “auditivas” ou “cinestésicas”. Hoje, a ciência mostra que essa divisão é muito mais complexa.
Cada cérebro constrói o aprendizado utilizando diferentes estratégias ao mesmo tempo.
Algumas pessoas assimilam informações com maior facilidade quando escutam uma explicação porque conseguem organizar mentalmente as ideias durante a fala.
Outras aprendem melhor quando colocam a teoria em prática, criando conexões entre conhecimento e experiência.
Também existem pessoas que compreendem mais rapidamente por meio de imagens, esquemas e gráficos.
Na realidade, o cérebro tende a aprender melhor quando combina diferentes formas de contato com a informação.
Ler, ouvir, escrever, discutir e praticar um mesmo conteúdo fortalece as conexões neurais responsáveis pela memória de longo prazo.
Por isso, mais importante do que descobrir um único “estilo de aprendizagem” é diversificar as maneiras de estudar.
Quanto mais caminhos diferentes utilizamos para aprender, maiores costumam ser as chances de lembrar e aplicar esse conhecimento no futuro.
Fonte: Eixão de Ideias

